Não considero meu barco pequeno e pouco capacitado,
nem as ondas muito grandes. Apenas guardo a ideia que, neste barco, somente eu posso remar, com a ajuda de Deus, é claro.
Sinto que a vontade não deve começar de fora, mas partir de dentro
de mim. Também penso que não devo considerar as ondas muito grandes ou o barco muito pequeno, porque, em assim agindo, corro o risco de fazer naufragar minha existência...
E, assim vou remando, na certeza, que não devo deixar o frio das ondas me dominar completamente.
E isto é bom.
Luana Nobre
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